sábado, 22 de agosto de 2009

15:32, com o café focado.

Beijo uma alma,
desconhecida;
famosa;
deliciosa.

A alma me traz prazeres infinitos.
Porém, hoje
preciso de um único prazer:
este, que minhas mãos (poderosas)
já me trouxeram.
Liberto-te alma.

3 comentários:

Megumi ~ disse...

Eu não quero parecer uma daquelas retardadas que comenta qualquer coisa só para aparecer e divulgar meu link, mas não sei como isso vai soar. Li esse post, não gosto muito de poesia, mas me interessei pelo seu jeito de escrever. Li alguns posts antigos, e só posso falar que você escreve muito bem. São quase quatro da manhã agora, não sei muito o que dizer. Mas voltarei aqui quando estiver mais acordada para fazer comentários decentes nos seus textos. Abraço.

Arlequim disse...

Ta aí; gostei! :)
Beijão

Brenda Maciel disse...

O prazer de estar com ela, de beijar-lhe a alma. Prazer momentâneo, que dilata...
Foi o que eu consegui retirar de teu poema.

Eles