domingo, 16 de novembro de 2008

Me olhou disafarçadamente,
e eu nem escondi que olhei.
Demorou muito, mas ela sorriu pra mim,
e olhou disfarçadamente pela segunda vez,
senti um apelo físico,
pegou no canto da minha mão,
não acreditei,
logo estavámos de mão dadas
estranho,
eu acabei de ver essa pessoa pela primeira vez.
Parecia mentira,
era surreal,
fechei os olhos contei até sete,
abri os olhos
e nossas mãos ainda estavam juntas,
é era real,
não sabia o que fazer e como fazer,
é como se derrubar o café na toalha branca que
sua mãe acabou de comprar.
Minhas reações ficaram para dentro,
e a lei de newton não funcionou.
Logo o tempo anuncia, eu tinha que ir embora,
e ela ficava,
um sentimento: tristeza
ficou.
Fui embora, e agora não sei,
se amanhã ou depois,
nossas mãos ainda vão se encontrar.
E o que ficou, foi apenas mais um olhar.

4 comentários:

xca7x disse...

nossa! parabéns...

Alice disse...

ahhhhhhhhhhhhhhhh
(66666666666666666666')

lindo lindo lindo.

:**
L

Arlequim disse...

Devia ter agarrado ela. (6)
Falomesmo!
HAUIAHAUIAHAUIHAAIUAUIH

Adoorei.
Beeijoos

Bruna Bo disse...

Droga, já vi que não sou mais a única fã dos seus poemas. Mas tudo bem, vou montar um fã clube, olha que chique, alok, amei o post.

te adoro

Eles