terça-feira, 3 de abril de 2012
montana,
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
#13:59
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Sem Título - #07.11
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
17:13 - café, chantilly, tinta nova.
Eu; pessoa; corpo; alma; célula; bicho. Quarenta e sete horas sem me movimentar, minha janela, esta que é só minha, está aberta. Fico aqui, a mercê de uma sensação que me tire dessa forma clássica européia.
Do lado de la há mentira, corpos sem célula, fumaça, sapatos, papéis solto, líquidos, líquidos. Eu quero o aqui e não o de lá. Aqui não há sono. Aqui é completo de nada.
Seja o que for, venha cheio de vazio. O meu nada aceita apenas o que é completo de nada. Meu percurso é vazio, não precisa de algo. Se for entrar, tenho uma janela aberta, se for me possuir, meus olhos estão estalados.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
#10-11 10:36 - Moonshiner - Cat Power
domingo, 2 de outubro de 2011
19:23 - primavera.
domingo, 4 de setembro de 2011
(...)
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
#F_
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
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domingo, 26 de junho de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
# 22:35
domingo, 10 de abril de 2011
#10:27
sábado, 2 de abril de 2011
#18:04
sábado, 12 de março de 2011
#09:37
terça-feira, 8 de março de 2011
21:18
me embebedei.
não tinha mais o que fazer. os remédios já tinha tomados todos no verão do ano anterior, nenhum efeito que me tirasse desse mundo.
estava perdido, 3:57, carnaval, bêbado, silencioso, sacada, garrafas vazias. Nada que mudasse minha concepção de mar. Eu não sabia para onde olhar: mar, pessoas, carros, navios, nuvens, escuridão. Chorar não é remédio; beber tabém não. Mas adiantava.
não estava perdido. Estou. Sou o caminho sem destino, sou o caminhão sem freio, sou o mar sem fim. Fotografei tudo que poderia ser explicado como meu campo de visão. Não para ser lembrado, não para ser vislumbrado, queria poder olhar. Somente olhar, quando eu bem quiser. E é isso que tenho feito. Que fiz. Ainda estou bêbado. Com fotografias na mão. Não consigo ficar em pé. Ainda bem. Só quem sente o chão sabe o quanto ele é frio e duro. Garrafas vazias. Outras pela metade. Vou continuar a noite sem expectativas. Tudo me cansa. Vocês, eles, nós.