terça-feira, 3 de abril de 2012
montana,
domingo, 4 de setembro de 2011
(...)
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
#F_
sábado, 28 de maio de 2011
#paulistanopaulista
Sem dor.
Não chorei,
apenas emocionei.
Cigarro, multidão, poesia.
As pernas pra lá e pra cá,
em cima, embaixo em mim.
hoje um poema me roubou.
Sequestrou- me, tocou- me
com uma delicadeza de jardineiro;
como uma folha que já chorou.
Outono.
sábado, 12 de março de 2011
#09:37
terça-feira, 8 de março de 2011
21:18
me embebedei.
não tinha mais o que fazer. os remédios já tinha tomados todos no verão do ano anterior, nenhum efeito que me tirasse desse mundo.
estava perdido, 3:57, carnaval, bêbado, silencioso, sacada, garrafas vazias. Nada que mudasse minha concepção de mar. Eu não sabia para onde olhar: mar, pessoas, carros, navios, nuvens, escuridão. Chorar não é remédio; beber tabém não. Mas adiantava.
não estava perdido. Estou. Sou o caminho sem destino, sou o caminhão sem freio, sou o mar sem fim. Fotografei tudo que poderia ser explicado como meu campo de visão. Não para ser lembrado, não para ser vislumbrado, queria poder olhar. Somente olhar, quando eu bem quiser. E é isso que tenho feito. Que fiz. Ainda estou bêbado. Com fotografias na mão. Não consigo ficar em pé. Ainda bem. Só quem sente o chão sabe o quanto ele é frio e duro. Garrafas vazias. Outras pela metade. Vou continuar a noite sem expectativas. Tudo me cansa. Vocês, eles, nós.
